Celso Amorim qualifica medida do regime iraniano como positiva, mas 'apenas um passo'
BRASÍLIA- O ministro de Relações Exteriores Celso Amorim qualificou nesta quarta-feira, 8, como "positiva" de Sakineh Mohammadi Ashtiani, acusada por adultério e por envolvimento no assassinato de seu marido.
ReproduçãoPena por envolvimento na morte do marido foi mantida
"É positivo que o apedrejamento tenha sido suspenso. Evidentemente, isso é apenas um passo e sempre tratamos esse assunto com muito cuidado", disse o chanceler a jornalistas.
Amorim aproveitou a ocasião para defender a oferta do...
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Autor: Efe
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Leonardo Dantas 09 de Setembro de 2010 » postado em notícia relacionada
A soberania dos Estados deve ser respeitada, porém a comunidade internacional deve sim pressionar para que punições como esta sejam proibidas... Morte por apedrejamento é muito primitivo e humilhante. Viola mesmo os direitos humanos!
Geórgia Sousa 9 de Setembro de 2010 - 16:33:33
Mais do que claro que prevalece no Irã as posições contrárias aos direitos humanos. A questão não é ser conivente com a criminalidade, longe disso! É garantir um processo legal a todo ser humano acusado de cometer uma infração criminal, com direito a ampla defesa. Expurgando práticas de investigações, tais como a tortura. Enfatizo, ainda, que ninguém deve ser considerado culpado até que se prove o contrário, e em caso de comprovação da culpa, aplicar- lhe uma pena justa e acima de tudo humana! Entretanto, este Estado extremamente machista, nada civilizado, que é o Irã, não sabe, não reconhece direitos civis, não asseguram seu povo, então, o Poder no Irã está pouco preocupado com o devido processo legal e outras garantias, é por isso que Mehmanparast criticou a postura da comunidade internacional e disse "que o caso não envolve questões de direitos humanos". Lamento por quem vive no Irã ao arbítrio de seus governantes.
Não há dúvidas ser estarrecedor condenar uma pessoa a morte e de forma tão cruel e DESUMANA!
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Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2365078/brasil-elogia-suspensao-de-apedrejamento-de-sakineh-ashtiani